segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PEÕES DE OBRA, EU ADÓRO!!! CONTO DE MULHER SENDO FODIDA POR PEÕES DE UMA OBRA.


Meu nome é Aline, tenho quarenta anos, sou casada e tenho dois filhos. Sempre fui dona de casa, meu marido nunca fez muita questão que eu trabalhasse fora. Minha vida sempre foi muito monótona, inclusive a sexual. Desde muito nova eu fantasio sobre sexo mas nunca tive vontade de realizar as minhas fantasias, até que um dia isto começou a mudar, pois ao lado de meu prédio começou a obra de um novo edifício e a presença daqueles operários musculosos e suados abria o meu apetite sexual. Quando a obra alcançou a altura do meu andar, os homens que lá trabalhavam....
tinham uma visão privilegiada de meu apartamento. Tenho duas sacadas bem grandes, uma no quarto e outra na sala, com janelões que, se deixadas abertas, fornecem uma ampla visão. Apesar da idade, tenho um corpo de dar inveja a qualquer ninfetinha de dezoito anos, pois, como não trabalho, tenho tempo para malhar bastante.
Uma certa manhã eu acordei com muito tesão e resolvi abrir bem as janelas para arejar o apartamento e, ao mesmo tempo, resolvi andar com pouca roupa: apenas de calcinha e sutiã. A galera da obra enlouqueceu, começaram a assoviar e dizer umas canalhices para mim. No começo fiquei com bastante medo, mas aos poucos fui relaxando e gostando da idéia. Tirei o sutiã, desfilei mais um pouquinho e depois tirei tudo. Andava de lá para cá, fingindo estar limpando o apartamento. Quando olhei, havia quatro operários batendo punheta para mim, e isto me deixou totalmente louca. Fiquei de frente para eles e comecei a me masturbar também. Fiz eles irem até o final, jorrando aquela porra toda na laje do edifício. Que loucura, que gozo!
No outro dia, resolvi encarar a coisa toda de frente. Desci e fui falar com o mestre de obras, pedindo para ver a obra de perto pois estava interessada em comprar um apartamento naquele prédio sendo construído. Ele aceitou prontamente e me conduziu para dentro. Quando os rapazes que haviam me visto no dia anterior me reconheceram, ficaram loucos. Começaram a cochichar algo entre eles. Caminhei por toda a obra e saí. Fui para casa e voltei a desfilar para eles fazendo um strip bem gostoso. Novamente a galera bateu uma em minha homenagem. No terceiro dia de minha aventura resolvi ir até o final. Coloquei uma roupa bem provocante e fui à luta. Bem no final da tarde, quando quase todos haviam ido embora e somente os "meus" homens estavam a me espiar, resolvi descer e visitá-los. Receberam-me com muito carinho e eu pedi que fôssemos até o andar que ficava ao lado da minha janela. Meu marido estava para chegar e queria que ele visse o espetáculo. Quando percebi que havia chegado em casa, coloquei uma peruca loira e uma máscara tipo tiazinha para que ele não me reconhecesse. Quando ele apareceu na janela, comecei a passar a mão nos meus homens, pedindo para eles me dizerem se meu corno estava olhando. Eles disseram que sim. Então me ajoelhei, pedi para que todos os quatro tirassem seus membros para fora e comecei a chupá-los com muita vontade. Dois deles eram negros e tinham cacetes bem grandes e gostosos. Um deles tinha uns sessenta anos e outro era bem novinho, mas caralhudo. Resolvi tirar minha roupa, ficando de quatro sobre uma mesinha que havia por lá. Enquanto um enfiava por trás, eu chupava outro. O terceiro mamava em meus seios e o quarto eu punhetava. Era uma loucura. Fiz um rodízio com todos. Pedi para que um deles me enrabasse. Pegaram um pouco de vaselina e o senhor de sessenta anos, porque tinha o pinto menor, foi o escolhido. Foi enfiando aos poucos e quando terminou de colocar tudo lá dentro a sensação foi maravilhosa. Ficou ali por mais ou menos dez minutos até que gozou deliciosamente em meu cu. Para terminar pedi para que um dos negros gozasse em minha boca, pois nunca havia experimentado o gosto: adorei! Os outros dois gozaram em meu corpo, me deixando toda lambuzada. Enquanto tudo isso acontecia meu marido corno batia uma punheta no nosso apartamento sem nem desconfiar que era eu aquela puta dando para todo mundo. Tomei um banho ali na obra e voltei para casa, onde ainda tive que satisfazer o maridão com uma bela transa. A partir de então comecei a fazer as mais impossíveis loucuras em termos de sexo. E meu marido, corno de incontáveis homens, nem imagina!

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