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Mulher exibicionista, marido voyeur. Essa era a melhor
definição para Paulo e Flávia, um jovem casal de cerca de vinte e cinco anos
que eu conheci há alguns anos atrás, quando ainda trabalhava no Rio de
Janeiro. Paulo e eu trabalhávamos em uma repartição pública, um emprego ruim
e que pagava mal, mas que tinha suas compensações. O pessoal que trabalhava
lá era muito legal e a gente sempre marcava para ir a algum bar para beber
quando saíamos do escritório. Quase todos os sábados Paulo chamava os amigos,
cerca de sete ou oito pessoas, para fazer um churrasco na casa dele. Os
churrascos eram sempre animados, com muita carne e cerveja, mas não ia
nenhuma mulher. A única mulher que sempre estava lá era a esposa de Paulo.
Flávia era uma loira boazuda de um metro e setenta de altura, com o cabelo
comprido encaracolado que descia até a sua cintura. Ela tinha uma bunda
espetacular, uns peitões enormes e umas coxas tão grossas que até hoje me
deixam de pau duro. Ela deixava a galera ...
babando toda vez que passava, mas
ninguém dava bandeira, porque, afinal de contas, éramos todos hóspedes e
respeitávamos Paulo.
Depois de algum tempo, comecei a perceber que Paulo
gostava que a mulher fosse desejada pelos amigos. Ele incentivava a esposa a
vestir roupas provocantes e toda vez que aparecíamos por lá Flávia estava com
uma roupa menor. No início ela usava uma camiseta e um short comportado e
depois passou a usar tops minúsculos bem decotados e shorts cada vez mais
curtos, daqueles que se enfiam no rabo e deixam as polpas da bunda do lado de
fora. Combinando com a tara do marido, Flávia também se excitava ao provocar
os homens. Ela adorava circular no meio da galera vestida com aquelas
roupinhas e esbarrar "sem querer" com alguma parte íntima do seu
corpo em nós. Paulo
se divertia, de longe, ao ver a sua esposa ser alvo de tantos olhares que,
com o passar do tempo, estavam se tornando cada vez mais indiscretos. E Paulo
ainda comentava com o pessoal: "Estão vendo minha esposa? Ela está uma
maravilha hoje, não é?". Todos concordavam envergonhados, mas cheios de
tesão. E Flávia ainda fazia brincadeiras com a gente do tipo: "Vai
precisar de maminha para esse churrasco? Se tiver, eu tenho aqui", ou
então "Alguém vai assar lombo? Se forem assar me avisem porque eu não
quero perder nada", e ainda mais: "Tô doida por uma picanha hoje,
será que alguém pode me ajudar?". Todos riam bastante com ela, mas no
fundo estavam todos querendo comer aquela deusa loira e gostosa.
A situação foi ficando cada vez mais escrachada. Flávia
não fechava mais a porta quando ia ao banheiro. Várias vezes algum dos homens
a pegou tomando banho nua ou trocando de roupa. Ela, fingindo que nada estava
acontecendo, começava a conversar com o cara, deixando-o mais envergonhado
ainda. Depois eu fui descobrir que essa era a maior fantasia do casal: eles
há muito tempo transavam imaginado uma suruba onde muitos homens comeriam
Flávia o dia inteiro.
Havia uma piscina na casa de Paulo e, com a chegada do
verão, todos ficavam de sunga. Não é preciso nem dizer que Paulo comprou para
Flávia o mais ínfimo biquíni que pôde encontrar. E ela o usava com muito
orgulho do corpo escultural que a natureza lhe deu. Se a mulher antes
provocava os homens, agora então era abuso: começou a fazer topless e ninguém
mais escondia o pau duro nem as olhadas quando a loira estava por perto. Ela
também olhava para os nossos paus e ria, soltando piadinhas: "Pelo que
eu estou vendo, eu devo estar muito gostosa hoje". Paulo achava isso o
máximo e ainda apontava a mulher para os amigos: "Ela hoje está demais,
olha só! Que tesão de mulher eu tenho!". Flávia passava por entre nós
usando apenas a parte de baixo do biquíni e se roçava em todo mundo quando
passava. O assunto no escritório não era outro: todo mundo queria ir à casa
do Paulo para ver o monumento que todos falavam. Paulo sabia da fama que a
mulher estava adquirindo, mas não impedia ninguém de aparecer por lá. Até que
um dia, quando havia cerca de quinze homens na casa, aconteceu o que eu nunca
imaginei nem nos meus mais loucos momentos de tesão.
Flávia se comportou como todos os outros dias, mesmo com
pessoas novas na casa. Trocou de roupa na frente de todos, fez topless sem
nenhuma preocupação e ficou olhando para o pau dos homens. Ela estava deitada
com a barriga para cima, tomando sol, quando Paulo foi até ela e, de pé,
botou o pau para fora e mandou ela chupar. Como se já estivesse esperando por
isso, Flávia se ajoelhou sorridente e engoliu o membro ereto do marido,
chupando como eu só havia visto as profissionais fazerem. Enquanto chupava,
foi tirando o biquíni lentamente e os pêlos claros foram surgindo, para o
desesespero da galera. O bundão espetacular da loira estava agora totalmente
nu, exibido sem pudor para a platéia animada. Um círculo se formou ao redor do
casal e todos viram Flávia completamente nua oferecer-se, de quatro, para o
marido. Paulo não demorou e comeu a esposa na frente de todos. Muitos já
tinham colocado o pau para fora, para homenagear com uma bronha a situação
inusitada. Flávia dava gritinhos de prazer e demonstrava estar muito contente
em estar fazendo aquilo. Todos já estavam pelados quando Flávia pediu ao
marido: "Põe no cuzinho, meu amor, põe no cuzinho". Paulo enrabou a
esposa, que passou a gritar como uma louca. Ele gozou abundantemente na bunda
da mulher e saiu de perto para sentar-se em uma cadeira e assitir o
espetáculo que estava prestes a acontecer. Flávia ficou de pé e, com o sêmen
do marido escorrendo pelas pernas, foi em direção a um grupo de seis homens
nus. Agarrou os paus que conseguiu ver e instantaneamente ela foi engolida
pela multidão. Os seus seios foram mamados com volúpia, por várias bocas que
ela jamais iriam reconhecer. Uma dezena de mãos ávidas percorreram o seu
corpo e invadiram sua intimidade. Dedos entravam e saíam de seu cu e de sua
boceta. Ela, com muito tesão, só conseguia falar: "Venham, me comam.
Todos vocês, me comam".
Deitamos Flávia numa mesa que era usada para servir o
almoço. A mesa tinha a altura certa: arreganhada de barriga para cima, Flávia
ficava com a boceta na altura dos nossos paus e, pelo outro lado, conseguia
chupar todos que se apresentassem com o pau na sua cara. Ganhava uma boa
punheta quem conseguia colocar o pau em alguma das mãos da loira. Uns sete
homens se aglomeraram em torno de sua boceta e ficaram revezando, comendo-a
sem parar. Na boca, ela revezava o boquete em mais uns cinco. Quem não comia
ou era chupado ficava circulando ao redor da mesa, mamando os peitos dela ou
passando o pau e as mãos nas coxas e no resto do corpo. Paulo, de pau duro
novamente, observava de longe, sentado em uma cadeira, batendo uma punheta.
Ficamos assim aproximandamente por uma hora sem parar e Flávia ainda não
tinha dado mostras de que queria parar, apesar de já ter gozado duas vezes.
Era tanta gente que demorou quase vinte minutos para eu poder dar a primeira
bombada na boceta que eu sempre desejei. E, mal tinha dado quatro ou cinco
estocadas, outro homem tomou meu lugar.
Alguns homens já haviam gozado e Flávia já estava com o
rosto e com os seios melados de esperma quando a viramos de bruços. Ela ficou
com a bundona exposta para a galera. Continuamos comendo ela e ela continuou
chupando todo mundo. Quando o primeiro tentou meter no cu, ela gritou:
"No cu só se o Paulo deixar! Pede para ele!". Todos viraram para
Paulo, inclusive eu, e pedimos o cu da esposa dele. Ele, com muito tesão,
autorizou, mas com uma condição: se um comesse, todo mundo iria comer. Flávia
ficou com medo da mega enrabada, mas topou. Seguiu-se mais uma hora de sexo
sem parar. Alguns homens deitaram na mesa e ela montou neles para foder com a
boceta enquanto dava o cu. Formou vários pares para a dupla penetração
enquanto pagava boquete. A loira atingiu o orgasmo mais três vezes. O pessoal
começou a gozar: foram incontáveis jatos de sêmen. Várias ejaculações a
atingiam no rosto em cheio, na boca e no seios. Outros gozavam dentro do cu
ou da boceta. Alguns conseguiram dar duas e Flávia acabou a farra
completamente lambuzada. O pessoal se afastou, vencido pela foda. Paulo se
aproximou e comeu a mulher mais uma vez. Ela gozou com o marido e ele
ejaculou na cara dela.
Depois disso, ficamos na casa até a noite e Flávia não se
vestiu. De vez em quando, dava para um ou para dois, mas a suruba com todo
mundo junto não se repetiu. Ficamos visitando a casa de Paulo durante quase
três meses depois disso e fazíamos sempre uma boa suruba, mas já havia uma
seleção maior: nunca tinha mais de dez homens com a gente. Eles saíram do Rio
e hoje não sei onde moram, mas tenho certeza que Flávia arrumou mais uma galera
para dar à vontade.
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