A noite
estava muito quente, eu virava de um lado para o outro e o sono não vinha,
nessas noites de verão, o calor é insuportável, e parece que quanto mais a
gente toma banho mais a transpiração se libera e encharca o corpo... Resolvi
colocar uma calça jeans e sair pra rua tentar beber uma cerveja, liguei o carro
e sai sem destino...os locais estavam lotados, muita gente, mas eu não estava
afim de movimento, queria apenas um bar onde eu pudesse beber uma cerveja e
voltar a dormir pois amanhã o dia na empresa seria complicado. Saí do centro da
cidade e parei num barzinho...
meio promíscuo, fiquei um pouco receoso de entrar
no local, pois tinha um bêbado no balcão e uns tipos mal encarados na porta,
mas venci a inquietude e entrei. O ambiente como falei era um tanto rústico,
havia um balcão no centro e um freezer no fundo, que atendia era um senhor meio
gordo, quase sem cabelo e com a camisa aberta na frente, pedi uma cerveja e
sentei sozinho numa mesa, dois sujeitos jogavam bilhar no fundo com uma luz
muito fraca, deprimente o lugar que escolhi...O local fica quase vazio, depois de 10 minutos, fica somente eu e outro cara meio mal encarado, mulato quase negro, sem camisa, só de bermudas e chinelo, barba por fazer, bebia cachaça e cheirava a álcool. De repente ele fala comigo e pergunta se não queria jogar bilhar...confesso que não estava muito afim mas preferi não contrariá-lo...começamos a jogar uma partida, meio morna. Cada vez que o cara errava uma tacada, ele falava muitos palavrões, achei que poderia se tornar agressivo comigo, mas não jogava como se eu não existisse, e até preferi...
Parecia que a noite mais nada reservava a não ser terminar aquela partida e voltar pra casa dormir, já me arrependera de estar ali, e ao mesmo tempo estava com medo de dizer que não iria mais jogar.O gordo atendente fala que vai fechar o bar, o cara moreno já bêbado fala que pode fechar mas que nós terminaríamos a partida que estávamos jogando...e assim ele o fez. No momento que estava fechando as portas, uma voz feminina fala: espera moço, preciso comparar cigarros...Nos voltamos para ver a dona daquela voz forte decidida...e nos deparamos com uma morena linda, 1,70m de altura mais ou menos, cabelos cacheados na altura da cintura um belo sorriso, vestia um vestido colado no corpo até a metade das coxas, estava sob um sapato alto que definia mais ainda as suas pernas, linda, simplesmente linda. De repente pensei rapidamente no perigo que aquela garota corria num ambiente como aquele, sozinha àquela hora da madrugada...meu parceiro de imediato notou a bela fêmea que estava no recinto e não deixou pra depois imediatamente soltou o taco de se aproximou dela, vulgarmente perguntou seu nome e convidou-a pra sentar em uma das mesas, ela polidamente recusou dizendo estar com pressa. No entanto ele se exaltou e disse a ela que recusara porque ele era negro, ela ficou assustada e tentou sair depressa, quando foi segura pelo braço e jogada no chão. O senhor gordo dono do bar, foi ajuda-la, mas de imediato tomou um soco e caindo no chão foi chutado até ficar desacordado, peguei um dos tacos sobre a mesa e tentei bater no agressor que era muito forte, e também me soqueou até eu cair e acho que quebrou uma das minhas costelas com o chute que me deu. Desmaiei por alguns minutos, acordei, com a garota chorando e implorando para não ser estuprada, olhei ao redor e vi que o cara havia fechado todas as portas do bar e o senhor gordo continuava desmaiado no chão, tentei levantar e novamente defender a moça quando o cara sacou um revolver e mando que eu fique no chão onde estava. Ele era um cara alto como já havia falado muito forte, acho que era pedreiro ou coisa parecida, estava sentado numa cadeira, e a garota no chão na sua frente implorava para que ele a deixasse em paz, ele a puxou e tentou beijar-lhe a boca, ela cuspiu na sua cara..., isso o deixou muito irritado, imediatamente puxou a menina pelas pernas e arrancou-lhe o vestido, vestia por abaixo uma lingerie branca que contrastava sua pele morena, apesar do choque não era possível não contemplar tamanha perfeição naquele corpo. Os cabelos espalhados pelo chão, a boca vermelha e a maquiagem estavam desfeitos pelas lágrimas, mas mesmo assim aquela felina ali na frente sem defesa jogada, a mercê daquele animal que faria dela o que quisesse, não paravam de me excitar. Eu estava numa excitação involuntária, com toda minha volúpia de homem, macho, o desejo de ter aquela mulher e vê-la submissa era maior do que tudo naquele instante, e isso me deu muito remorso...
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Isso foi real?
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