terça-feira, 25 de setembro de 2012

A ninfeta é bunduda precoce. Que rabeta linda!!!



O relato a seguir é verdadeiro e foi vivido por mim, os nomes são fictícios, mas a história é real.
Atualmente tenho 20 anos, isso aconteceu faz tempo, há uns 8 anos atrás, em torno dos meus 11 e 12 anos. Aninha era como me chamavam, eu era uma menina bem vistosa, daquelas que passam na rua e chamam uma certa atenção, Embora tivesse pouca idade eu já tinha umas coxas enormes e o bumbum era gigante, e eu usava muito aqueles shortinhos de laycra ou cotton de ginástica, bem curtinhos, nossa, ficava estourando com os gomos da minha bundona aparecendo hehe. Bom eu era assim, tinha um bundão grande e arrebitado, mas não tinha muita consciência disso e nem dava muita bola....

Perto da minha casa tinha uma mercearia, um mini mercado onde eu sempre ia pra comprar qualquer coisa, e o dono era o seu Artur, um senhor negro, velhote, muito amigo de meu avô, a gente comprava tudo lá, meus avós sempre pediam pra eu ir quando precisavam de qualquer coisinha, eu sempre fui sem problema algum. Certo dia minha avó pediu pra que eu fosse buscar um kilo de açúcar, e então eu fui lá na mercearia do seu Artur como sempre. Estava calor e como de costume eu estava vestindo uma blusinha branca do colégio e um shortinho azul marinho de laycra desses pequenininhos de ginástica, bom quando cheguei lá tava só ele no bar, pedi o açúcar, ele foi até o balcão lá atrás pegou, voltou e me deu, notei que ele ficou me olhando bastante e aí ele falou:
- Isso tudo é açúcar é? Você tá parecendo uma formiguinha saúva dessas que gostam de açúcar e acabam ficando com um popozão.
Eu achei engraçado e só ri, paguei o açúcar e o troco e fui embora, num outro dia, minha vó pediu uma lata de azeite, e lá foi eu buscar, quando chegando lá pedi pelo azeite, e o seu Artur foi em um mini depósito que tinha ali atrás do balcão e demorou um tempo, quando voltou, voltou sem nada e disse:
- Poxa Aninha, a ultima lata de azeite está muito no fundo da prateleira do estoque não consigo pegar, será que você consegue?
Nisso eu atendi o pedido, afinal o seu Artur era velhinho e deveria estar ruim para ele pegar mesmo, contornei por trás do balcão entrei na porta do depósito indo atrás dele, e aí a tal prateleira era a última de baixo praticamente no chão e de fato era difícil de pegar era preciso se abaixar e puxar bem lá do fundo, bom fui tentar pegar, me abaixei, mas era bem ruim para conseguir esticar o braço.
Então fiquei de joelhos e inevitavelmente acabei ficando de quatro e fiquei tentando puxar a lata, enquanto me esticava, meu pequeno shortinho foi se acometendo e entrando mais ainda na minha bundona, queria pegar logo a lata, mas pela pressa acho que me estabanei e me atrapalhei ainda mais, não conseguia, derrepente ouvi o seu Artur dizendo:
- Nossa pequena, que o seu avô me perdoe, mas o que é isso?
Quando terminou de dizer isso senti ele tocando meu bumbum, na hora fiquei assustada mas eu já o conhecia há tanto tempo, e não me senti ameaçada, porém não tive reação alguma, quando vi, ele estava alisando minha bundona e eu fui sentindo uns calafrios, ele se mordia e se lambia passando a mão em mim e a sua cara já estava longe daquela expressão doce e sorridente de velhinho amável, enquanto passava a mão pela minha bunda ficava dizendo:
- O que você tem aqui menina? Nossa, você é uma princesa! Você é linda demais sabia Aninha?
E eu estava ali de quatro no chão sem ação nenhuma, com um sorriso sem graça no rosto, foi quando eu me virei e olhei para trás e vi o seu Artur se punhentando, com uma pica enorme de grande, dura como pedra e cheia de veias, eu nunca havia visto nenhum pênis assim ao vivo, me levantei na hora e fiquei assustada e ele se desculpou mas ficou dizendo que eu era linda demais e que tinha sido eu quem havia deixado ele assim, eu fiquei ali parada só olhando, então ele me pediu por favor, pra pegar um pouquinho nele e que ele não contaria pra ninguém, e eu meio com medo e um pouco curiosa fui com a mão e peguei, era muito grande nunca tinha visto um e quando vejo, era enorme, peguei com as duas mãos e ainda sobrava muito, ele delirou quando eu encostei, só pelo fato de eu estar segurando ele já estava doido, então rapidamente ele subiu as calças e pediu a mim para esperar.
Ele foi até a frente do bar e fechou a porta e voltou rapidamente me convidando para ir num cômodo que havia ali do lado, eu fiquei meio relutante, falei que precisava ir para a casa, ele insistiu, disse que era rapidinho, me puxou pela minha mãozinha e levou-me, era uma espécie de quartinho, tinha um colchonete no chão ele pediu pra eu deitar rapidinho que ele não faria nada ruim, só coisas boas, eu como conhecia ele há tempos, e ele sendo amigo de meu avô não resisti a curiosidade e deitei, deitei de bruços e logo o seu Artur deitou-se por cima de mim, e dizia:
- Hummm, nossa Aninha, você hein, nunca senti sensação tão boa, você é nota mil!
Estávamos de roupa mas eu já sentia o imenso volume tocando minha bunda, derrepente com jeitinho ele foi puxando meu shortinho e a calcinha para baixo e eu fui deixando, tirou para fora seu caralhão e deitou-se em cima de mim novamente, seu pau estava totalmente lambuzado e duro, e senti aquilo enorme e quente entre as minhas pernas e forçando a entrada da minha bucetinha, sentia o peso de seu Artur todo em cima de mim, e estava gostando daquilo porque vi que ela estava adorando demais estar em cima de mim, em cima da minha bundona, quando estava achando tudo aquilo bom, senti ele forçar em cima de mim, ele mordeu os lábios e empurrou, nossa eu senti uma coisa inexplicável, uma dor misturada com prazer, me remexi toda em baixo dele, mas ele foi enfiando com força e vontade, e eu ficava ali sentindo aquilo me rasgar, ele deve ter dado umas 7 ou 8 empurradas e se desmanchou de prazer gozando em mim, senti aquela coisa quente dentro de mim, o seu Artur apenas dizia:
- Hummm caraca pequena, que bundão gostoso, com todo o respeito você tem um rabão maior que muita mulher gostosa por aí, nunca comi ninguém assim, você fez eu o velhinho mais feliz do mundo hoje.
Me lembro que logo depois fui ao banheiro dele me lavei rapidamente e fui para a casa, nunca contei o acontecido a ninguém, minha avó não podia saber que eu havia feito qualquer coisa, muito menos ter perdido a virgindade, a desculpa que dei foi a de que o mercadinho do seu Artur estava fechado e por isso eu tinha ido em um outro bar, um pouco mais longe, também nunca mais falei nada sobre isso com o seu Artur, mas sabia que ele desejava fazer novamente, por isso evitei retornar lá, foi nesse período em que minha libido despertou e eu nunca mas fui a mesma.

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